Sinergia, Comprometimento, Engajamento, Foco.

Sinergia, Comprometimento, Engajamento, Foco.

Sem dúvida alguma, essas são as atitudes comportamentais que mais se espera no relacionamento do funcionário com a empresa. Aliás, funcionário que já foi chamado de empregado e agora virou colaborador.

Vamos iniciar por essa louvável tentativa de que mudando a forma de chamar um grupo de pessoas, que passa a maior parte de seu tempo prestando serviços para alguém físico ou jurídico, já seria possível ganhar a sua confiança, o seu respeito e a sua dedicação,transformando-o num grande defensor da marca.

Lamento informar que essa transformação de comportamento e forma de encarar o dia a dia de trabalho deve ter durado uns 15 segundos na cabeça do funcionário que ouviu essa maneira politicamente correta de qualifica-lo.

O profissional de hoje quer mais que isso, ele precisa estar por dentro, entender, opinar, ser ouvido. Sabe por que? Porque ele é gente. O fato dele atravessar os portões ou portas da empresa não o faz um ser diferente do que ele é lá fora.
Entendemos que temos um compromisso profissional, recebemos por isso e nosso comportamento deve ser adequado ao nosso ambiente de trabalho.

A máxima de que os problemas pessoais devem ser deixados no capacho, do lado de fora da empresa é uma verdade, sem duvida alguma, até a página dois.

O problema é que a maioria das empresas e empresários continua achando que ao transpor esse cortina imaginária do ambiente de trabalho o profissional recebe uma facho de luz vermelho, como o do bastão Neuralizador utilizado no filme Men in Black, onde a pessoa esquece quem ela é, o que a faz sentir melhor e motivada a produzir, transformando-se no desejado funcionário perfeito da instituição e sem nenhum sentimento “humano”.

O saudoso Charles Chaplin nos alertara no filme “Tempos Modernos” de 1936 sobre isso, mas é impressionante como quase 100 anos depois, no século 21, ainda vivemos com essa realidade, infelizmente, na maioria das organizações. As máquinas são mais modernas, mas as cabeças continuam sem upgrade.

O público interno é o grupo de maior proximidade com a empresa. O seu comportamento desempenha papel decisivo nos negócios e na vida da corporação. Qualquer mensagem que diz respeito ao seu trabalho influencia o seu comportamento, para o bem ou para o mal.

A comunicação interna planejada e realizada com eficiência, técnica e inteligência contribui para o senso de pertencimento e motivação do funcionário.

No mundo globalizado em que vivemos hoje, estamos cada vez mais sedentos pelo “ficar sabendo”.

O público interno tem a imagem da empresa nas mãos. Quando a informação é compartilhada corretamente geramos sinergia, comprometimento, engajamento, foco e inevitavelmente, confiança e respeito.
Fica a dica.

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